Ausentes de tudo...

A vida por vezes é traiçoeira
leva-nos ao fundo do poço
procura-se no suicídio a maneira
de nos tirar desse alvoroço!
Olha para mim, destapa o teu olhar
não tenhas vergonha do que fizeste
porque o mar no seu ir e voltar
também ele por vezes é tão agreste!
Momentos em que nada se escuta
por mil palavras... vale uma mão
que no silêncio pode ser a batuta
da nova melodia no teu coração!
Fatyly
23/10/2006
10 Comments:
boa! gostei! Tens de começar a arejar os teus escritos, do fundo da gaveta ;-)
viva a esperança!
Olho para ti, agradeço a mão, pena não ter chegado no dia 4 de Outubro:)
Adoro-te amiga;)
beijos
Finalmente um espaço teu :) Não achas que já devia ter sido há mais tempo? O que interessa é que já existe.
Quando tiver tempo leio o que está para trás.
Já agora, nunca mais apareceste lá pelo meu cantinho... :(
Obrigado pelas vossa presença em força. Wind chegou depois, porque mesmo depois a palavra deixada aqui também pode ser uma "batuta".
Escrevi este poema para um jovem levar como trabalho adicional para um debate na sua escola. Mal eu sabia que dos "adicionais" o meu e mais dois foram os melhores(achei um exgero) e tive que lá ir para autorizar e ver a exposição composta de mil coisas sobre o tema. Muito interessante.
rui-son tenho lido o teu espaço, mas não sabia como comentar, facto que te dei a conhecer, mas agora já posso eheheheheh. Irei mais tarde porque agora vou ficar com a neta mais pitorra que está adoentada.
Inté e beijocas a todos.
Toca a deitar tudo cá pra fora Tyly, já não era sem tempo melher :))))
Olha, olha! A menina tinha um blog e não avisava o pessoal? Tá mal!
que trabalhadora, agora com casa nova.
publica os teus poemas, que agora já os podemos ler.
Essa mão que se estende num dado momento, pode ser, de facto, decisiva.
Aqui está um texto para se ler mais de uma vez.
Anda... anda ver o que se esconde por detrás daquela esquina!
Anda... vem!
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